sexta-feira, 13 de abril de 2012

Eu vou pelas beiradas e quando vejo já estou afundando. Eu vou me apegando à coisas imaginarias, que é pra que eu não afunde de vez. Talvez eu devesse me deixar levar, mas eu não sei nadar, e não tenho forças para emergir. Talvez eu devesse mesmo é me jogar para aprender a nadar, mas sou fraca; tenho medo, é que o fundo é tão escuro, tão sem vida, tão só, só tristeza. Eu não sei ser feliz. Um dia eu me jogo da ponte.

"Eu sou apenas qualquer coisa sem nome encolhido em cima da cama assistindo minha tristeza valsar."

Um comentário:

  1. Andressa, vida às vezes faz com que valsemos lugubremente. Veja meu exemplo, todo arrependido estou, troquei uma promissora manhã seguinte por uma madrugada improdutiva, lenta e frustrante... Fiz péssimo negócio com a vida “º~º”

    Mas foi 6ªF13 e sobrevivemos; ufa º~º http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100001423081597 e se tiver um tempo, pense um pouco no Bob/Rock/Blues http://jefhcardoso.blogspot.com.br/

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